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Estou em Brasília!
Cheguei ontem a noite e graças a uma amiga de loooooga data que foi me buscar no aeroporto tive uma primeira noite movimentada, ela me levou para um City Tour básicão de carro e eu vi de passagem várias das figurinhas carimbadas de Brasília (eu achava que o congresso era maior =P). Depois ela me levou pra jantar num lugar lá que esqueci o nome e fica no lago sul (eu acho) e pasmem era um surf bar e tocava surf music ao vivo (muito bom… em Recife não tem isso…).
Ia esquecendo de dizer, fizemos uma parada na casa do presidente, ou seja pude falar mal de Lula bem de frente a casa dele, minha avó vai adorar saber disso.
Estou no kitnet de uma outra amiga, que está peruando (não pensem mal, ela viajou ao Peru hehehe) pequenininho mas bem aconchegante. Hoje vou fazer um passeio mais legal, tentar parar nos cantos pra conhecer. Depois coloco mais novidades aqui.


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Não vou falar do filme (o primeiro por sinal é muito bom e eu adoro, o segundo é lixo passem longe), mas sim de como algo pequeno afeta toda a cadeia de eventos da vida de várias pessoas.
Hoje de manhã um bem intencionado funcionário da prefeitura vai instalar um holofote para a iluminação do carnaval no Recife antigo, eis que a já sobrecarregada rede elétrica do bairro não suporta e o tranformador simplesmente explode (precisam ouvir que barulho legal, deu pra ouvir aqui do 11° andar do prédio que trabalho, e eu estava com fones de ouvido escutando música). A partir daí o computador e as luzes apagam, por poucos minutos aqui pois o prédio tem gerador e tudo volta ao normal… ou não? Na hora do almoço ainda sem luz, vejo como nossa sociedade judaíco-cristã baseada no capitalismo é vulnerável, sem luz: sem maquininhas de visa-electron, sem maquininhas de visa-electron: todo a questão serviços-pagamento rui sobre si mesma de forma quase irreparável… olhe que sendo calorento e morando numa cidade quente nem citei a questão do ar-condicionado que não estava funcionando no restaurante que fui comer. Resultado quase não almocei por conta disso, tive que me deslocar ao banco e pegar dinheiro (bendito gerador). Somos tão dependentes tecnologicamente hoje em dia que o maior bug que
pode acontecer em nossas vidas é a falta de energia elétrica.
Ano passado na bienal do livro aqui, fui no estande do governo Venezuelano comprar um livro e lá não aceitava cartão de débito bancário, lembro que até conversei com um amigo e chegamos a conclusão que o socialismo bolivariano de Chaves nunca daria certo se ele não passasse a aceitar pagamentos em visa-electron, ou pelo menos criasse o Bólivar-Electron para esse fim (se possível Bólivar-Electron internacional).
Nessa horas sempre lembro do final do filme Fuga de Los Angeles (tá eu sei que o Fuga de Nova York é melhor, mas gosto do final desse) quando o mundo inteiro apaga para sempre, lembro que meus pensamentos nerds se perderam por um bom tempo imaginando as implicações disso… você já pensou nisso? Imagina um mundo sem energia elétrica de repente… e com zumbis… e com Aliens… e com super-heróis…. e com (acho que tá na hora de tomar meu remédio).


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Eu gosto de dinheiro e eu não gosto de dinheiro…
Eu gosto de poder ter meu dinheiro para comprar as coisas nerds que curto, não sou um consumista compulsivo mas confesso que abro aquele sorrisão quando consigo comprar algo que queria tanto. Eu não gosto de dinheiro, porque nunca quis ficar rico (tá, confesso que já fantasiei num misto de “What if Alessandro won in Lotery?” mas isso não conta) sempre quis ter o básico para viver bem, poder pagar minhas contas, comprar meus gibis, meus videogames tem um lugar pra morar, poder comer, ajudar minha mãe e um dia poder formar uma família.
A grande merda é que essa visão distorcida da vida financeira junto a forma como eu ganho dinheiro me trouxe dois conceitos extremamente imbecis: “Trabalho é obrigação é chato mas dá dinheiro” e “Hobby é legal é reconfortante é alegre mas não deve dar dinheiro”. Sempre pensei assim, sempre tive medo de subverter as coisas que gosto de fazer por prazer. Por exemplo, muitos já me disseram que canto legal que minhas músicas são até bacanas, mas sempre tive medo de formar uma banda… vai que eu faço sucesso e começo a ganhar dinheiro com isso? E se tiver que sacrificar a “arte” por grana? E se eu virar um Jota Quest da vida? Então graças a essa forma de pensar continuo no meu estúdio amador do quarto gravando minhas musiquinhas e mostrando só para amigos mais chegados.
A mesma coisa é escrever, morro de vontade de escrever um livro mas nunca pensei em ganhar dinheiro com ele, acho que o fato de um dia chegar ao ponto de “terminei meu livro” ia ser demais, valeria por tudo. Mas apesar de ter uma idéia bonita e purista (ou imbecil dependendo do ponto de vista) ando pensando se não está na hora de mudar minhas concepções dos dois lados. O primeiro ponto é que eu preciso fazer minha vida profissional mesmo me dando grana, ser divertida, senão… não sei quanto tempo vou aguentar nessa vida, senti que esse passo realmente é o mais emergencial e estou começando a trabalhar por ele primeiro. Mas realmente o aspecto mais difícil vai ser conseguir ganhar uma grana com meus Hobbys, não porque seja difícil como expliquei até aqui, mas por uma questão de princípios.
Mais uma vez eu rodei, rodei, e só agora vou explicar o porquê desse post (estou começando a achar que sou prolixo). Com o próximo passo da minha carreira de Blogueiro eu vou passar a ter um domínio e um servidor próprio nos próximos meses, e isso não sai de graça, apesar de não ser tão caro gera custos extras. Fico vendo que a maioria dos Blogs de “sucesso” da internet brasileira são mega poluídos visualmente com propagandas do Google Adsense por todos os lados, eu até desisti de ler esses blogs por seus sites, bendito seja o inventor do ‘RSS’ e o Google Reader.
Para piorar agora temos os chamados posts patrocinados, onde uma empresa paga ao blogueiro para que este poste sobre o seu produto. Por mais que os blogueiros geralmente avisem que é um post patrocinado (pelo menos alguns avisam) e por mais que digam que não falariam do produto se fosse ruim ou se não tivesse a ver com o assunto do seu blog, eu não acho isso legal… longe de mim dar uma de puritano, nem todo blogueiro é jornalista e não existe um código de ética do blogueiro, mas devemos lembrar que os códigos de ética só precisam existir porque por sí só as pessoas tem extrema dificuldade de seguir alguma ética diferente da ética do umbigo. Pelo menos para mim um blog que faz isso perde credibilidade.
Entendo que muitos realmente vivam disso, e isso não é uma crítica de forma a querer arrumar confusão ou algo do tipo, é apenas a forma como vejo as coisas, e talvez realmente não seja a certa… ainda preciso pensar melhor sobre tudo isso… bem, vou usar minha conta do Adsense no futuro site do Diário de Notícias Desencontradas, mas nada exagerado.


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Se você vive no planeta terra, e tem acesso a pelo menos um telégrafo como meio de comunicação sabe da grande novidade que a Apple mais uma vez tenta impor como algo que você precisa ter para fazer inveja a emos, pattys e amigos Nerds v3.0 Millenium. Sim, falo do notebook mais fino do mundo o MacBook Air. Para ajudar a você pessoa do tipo “nãoimportaoquesejaeuqueroapple” a ter pelo menos algum motivo a mais para ter esse novo brinquedinho de luxo eu listei algumas ótimas razões abaixo para a compra:
1 - O maior espelho de quit de maquiagem do mundo
Fino com um design bonito e arrojado e que fecha como aqueles quits de maquiagem, se você mulher achava ruim o tamanho dos espelhos (muito pequenos) agora tem uma tela de 13′ para lhe fazer feliz, aconselho passar algum produto para que a tela fique mais reflexiva.
2 - A George Foreman Grill mais fina do mundo
Churrascão no final de semana, que tal unir mobilidade, acesso wireless e aquela asinha de frango na chapa? Agora você pode, ou tem dúvida que o MacBook Air deve esquentar o suficiente pra isso? Tudo isso com um design arrojado e com a marquinha da maçã (agora sei porque a Eva ferrou Adão).
3 - Mantenha seus Envelopes sem amassar
Uma das coisas que me dão raiva, é como aqueles envelopes grandes que geralmente colocamos documentos amassam fácil. Com o MacBook air dentro deles você tem uma platarforma fina e rígida que vai manter o formato do seu envelope sem amassar. Isso vai mudar a vida de milhões de pessoas.
4 - Sacanagem a Distância
Com sua incrível tecnologia de tocar os CDs e DVDs alheios por não possuir um player de mídia ótica, o MacBook Air pode ser usado para assistir um DVD com todos aqueles filminhos didáticos que você gravou, direito do computador do(a) seu(a) irmão(ã) e o melhor, se sua mãe descobrir o DVD lá não vai ser você que vai pagar o pato.
Se tiverem mais sugestões não deixem de comentar.


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Meu blog não é um sucesso de visitações (ohhhh). Desde que o Spaces começou a contar acessos e mostrar as estatísticas, ele mostra que eu recebi 2259 acessos (acho que 30% dessas visitas devem ser minhas mesmo) tem blogs por aí que recebem mais que isso por dia, mas tudo bem não vou fazer drama por conta disso. Aliás, objetivo desse post não é fazer drama, mas me ater a um fato… o quanto você pode fazer o Google olhar pra você.
Quando São Google lhe abençoa ele lhe coloca no topo das paradas de sucesso das páginas, ou seja em buscas você pinta logo na página inicial da consulta e esse é um grande passo para receber visitações de pessoas que você nunca viu ou conheceu na vida. Falar da cicatriz da cesariana da Britney Spears, ou de que marca de cocaína a Amy Winehouse cheirou hoje são ótimos chamarizes (só citar o nome delas já é, esse post vai bombar no São Google =D).
Bem todo essa volta foi pra falar do meu post campeão de acessos graças ao Google que é o post do Larc-En-Ciel. Acho que escrevi esse negócio a uns 2 anos atrás, se não me engano foi minha primeira postagem sobre música, eu fico impressionado como até hoje metade das visitas a este humilde blog vêm desse post. Acho que preciso falar de mais bandas e personalidades famosas, encher isso aqui de imagens “bunitas” e transformar esse blog num daqueles blogs com nível de poluição visual acima do recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas).
Hum…. acho que não, não vou vencer porque sou mais um rostinho bonito na multidão, vou vencer pelo talento! (risos)


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O fim de semana foi interessante, como está virando tradição no mês de Janeiro mais um amigo se casa. Foi uma cerimônia bonita, e a festa foi super bacana, rodeado de todos os amigos que eu não via juntos há algum tempo (alguns estão morando em outros estados), melhor impossível, ou melhor, possível sim se mais um dos nossos amigos estivesse lá (embora alguns acreditem que de alguma forma ele estava) e se uma garota especial que está longe também estivesse (nerd apaixonado detectado).
Casamentos são acontecimentos interessantes e únicos, eu sempre fico me perguntando se é aquilo mesmo que os ex-noivos ou recém-casados querem. É engraçado que não dá pra ler na testa de ninguém se a máxima do “felizes para sempre”, ou pelo menos o “na alegria e na tristeza” vai mesmo se concretizar. Mas fica a torcida que sim, ter alguém pra compartilhar uma vida não deve ser fácil, mas por outro lado pode ser extremamente gratificante, é uma experiência que eu realmente desejo ter.
Por outro lado existem aquelas pessoas que são felizes justo pelo contrário, por terem consciência do que querem e que olham para aquilo e pensam “cara, eu não quero isso pra mim, pelo menos por enquanto não”. A pior coisa que uma pessoa pode fazer, é fazer algo que não quer para agradar alguém, seja sua namorada/noiva, a família dela, sua família, amigos etc. Não entendo porque as pessoas não conseguem ver que pressionando só acabam tornando as pessoas infelizes. Alguns amigos que tenho passam por essa situação de pressão (nem esperem que eu cite nomes, descobri que esse negócio de blog + informações pessoais + leitores inesperados + lei de Murphy = merda federal).
A primeira frase do título desse post é dedicado a um amigo que sabe ser feliz a sua maneira. E fica a pergunta qual a cor do cabelo da acompanhante que ele levará no próximo casamento? hehehehe

